Ainda ontem conversava com uma amiga. Notei seu triste semblante, olhos até acinzentados de quem não "prega o olho" há dias com eficácia. E numa conversa franca notei que o que ela sente é medo de estar só!
Solidão não é sentir falta de alguma coisa ou de alguém. É estar rodeado de gente, possuir o que se deseja e ainda assim, sentir dentro de si aquele vazio.
A solidão se instala por que dentro de nós existe espaço para ela.
Se sentir só não é porque algo externo lhe falta, é por que falta algo em si mesmo. E o que faz falta?
Faz falta o ser importante pra alguém, o ser alguém, o dividir, o compartilhar, o ser. E só se é quando se faz!
Freud já dizia que somente somos alguém quando alguém nos vê. Estou falando de apreço, de compaixão. A vida é feita de momentos! E em quantos deles realmente ajudaste alguém que necessitava? Em quantos deles uma velhinha precisava atravessar a rua. Em quantos deles alguém na rua pedia por comida, roupas, caridade? Em quantos deles um amigo chorava esperando úm ombro de alguém mesmo que apenas para ouvi-lo?
É disso que estou falando! Há tanto medo que algo externo possa vir a atingir o corpo físico ou emocional e o interno é esquecido. Se o espaço interno não é preenchido, ele fica vazio. Dando agasalho ao que é negativo, trazendo o desequilibrio à nossa energia e causando bloqueios, além de tristeza.
E existe uma vastidão de coisas a serem realizadas. É fácil encontrar alguém que precise de vc!
domingo, 20 de fevereiro de 2011
terça-feira, 8 de fevereiro de 2011
Máscaras...
Há quem pense que são apenas para usar no rosto como um adereço, um disfarce; ocultando a fronte para que não ocorra o ato de ser reconhecido.
Existem as máscaras do coração e essas não apenas ocultam o que existe de melhor no ser humano, mas o impedem de escolher o amor. São criadas para defesa do bem mais precioso, daquilo que o faz parece um ser frágil. Porém sob o alicerce do medo e da insegurança. Aos poucos, perde-se a identidade. Pois se existe a máscara, ela impede de olhar pra dentro, ela impede muitas vezes de olhar para frente e o amor deixa de ser uma escolha, passando a ser uma associação.
Aqueles cujas máscaras são caras e adornadas são amados por outros com segundas intenções. Aqueles cujas máscaras são da mesma origem são amados por conveniência e conforto e aqueles que se enquadram em padrões de beleza pré-determinado são amados por atração sensorial. As outras, quaisquer que sejam são negadas ou odiadas por não se enquadrarem nas limitadas categorias acima.
Máscaras atraem máscaras... Semelhante atrai semelhante...
Máscaras tornam quem as usa artificiais como elas mesmas são.
E o amor, não é algo que pode ser criado!
Diapa-se! Se és corajoso para aceitar este conselho!
Por que o melhor é enfrentar de peito aberto, viver intensamente e não se arrepender!
Por detrás das máscaras existem seres cheios de luz. Seres de rara beleza, por que esta beleza não segue padrão. Todos a vêem por que é bela a sua verdade, sem margem de associação,
Existem as máscaras do coração e essas não apenas ocultam o que existe de melhor no ser humano, mas o impedem de escolher o amor. São criadas para defesa do bem mais precioso, daquilo que o faz parece um ser frágil. Porém sob o alicerce do medo e da insegurança. Aos poucos, perde-se a identidade. Pois se existe a máscara, ela impede de olhar pra dentro, ela impede muitas vezes de olhar para frente e o amor deixa de ser uma escolha, passando a ser uma associação.
Aqueles cujas máscaras são caras e adornadas são amados por outros com segundas intenções. Aqueles cujas máscaras são da mesma origem são amados por conveniência e conforto e aqueles que se enquadram em padrões de beleza pré-determinado são amados por atração sensorial. As outras, quaisquer que sejam são negadas ou odiadas por não se enquadrarem nas limitadas categorias acima.
Máscaras atraem máscaras... Semelhante atrai semelhante...
Máscaras tornam quem as usa artificiais como elas mesmas são.
E o amor, não é algo que pode ser criado!
Diapa-se! Se és corajoso para aceitar este conselho!
Por que o melhor é enfrentar de peito aberto, viver intensamente e não se arrepender!
Por detrás das máscaras existem seres cheios de luz. Seres de rara beleza, por que esta beleza não segue padrão. Todos a vêem por que é bela a sua verdade, sem margem de associação,
quinta-feira, 3 de fevereiro de 2011
O presente...
"Where are you? Here
What time is it? Now
Who are you? this moment"
What time is it? Now
Who are you? this moment"
Essa é uma das frases do filme Poder Além da Vida.
Há de se aprender a tirar pra fora tudo aquilo que não importa mais, que não serve mais, para que se perceba o que acontece e aquilo que realmente importa.
Toda e qualquer coisa que se proponha a fazer há de valer a pena, não é mesmo? Há de proporcionar alguma experiência, crescimento, alegria, evolução. Pois bem, agora cabe a pergunta: Há espaço dentro de si mesmo para tanto?
Mágoas, ressentimento, passado, preocupação com o futuro, isso é lixo sentimental! Jogue FORA! A respeito do que passou, esqueça, já foi! A dor pode parecer grande demais quando se pensar nela. Mas manter o sofrimento por ela é deixar de viver o que a vida lhe reserva e o que seus próprios sonhos lhe reservam.
O que importa é o presente, uma dádiva! E a única chance de viver de modo que faça valer a pena, é valorizando o agora, o aqui, este momento. É a única existência real!
Podem ocorrer situações ruins, mas são passageiras e é preciso aceitar que estão ocorrendo e não se lamentar. Aproveite TODAS as situações para edificar-se. Crescemos quando acertamos, mas muito mais quando erramos. Aceitar é o primeiro passo para evoluir. Já que é inevitável, que seja! Vivencie até o fim ou até a oportunidade de mudar o rumo do que acontece.
É a jornada que vivemos que nos traz o que chamamos de felicidade e não o destino!
domingo, 30 de janeiro de 2011
Véu de Maya...
E afinal, o que vem a ser o Véu a que tudo oculta??
O conceito é hindu e apesar de amplo, é associado diretamente à palavra ilusão. É o causador da ilusão por via indireta. Mesmo porque ilusórias não são as coisas em si. A ilusão está em não se poder perceber as coisas como são em razão das próprias incapacidades.
Condicionamento, limitação sensorial. Cada ser humano possui realmente e apenas cinco sentidos? Ou seriam 12 segundo Rudolf Steiner ou 21 como muitos dizem e tentam provar? Bom... o ser humano é um ser em constante metamorfose para se auto conhecer, então... a contagem seria crescente.
Não se sabe como as coisas são em si, pois não se pode perceber como são em si. O que se percebe são cores, formas, sons, cheiros, sensações e vibrações provenientes dos objetos e pessoas, captadas pelos sentidos que temos desenvolvidos. O cérebro "formata" essas imagens de acordo com os efeitos neurológicos delas. Por exemplo: quando se come uma torta de queijo deliciosa. Quando ouvir novamente "torta de queijo", logo virão à tona as sensações daquela torta, mesmo que a que está na sua frente seja totalmente diferente. Assim também funcionam as lembranças, os traumas e o carma.
Seres humanos são conscientes das imagens criadas e não dos objetos. Consideram reais as imagens e não os objetos a partir das vribrações emitidas por estes objetos. Assim a matéria e a energia do universo é um poder ezteriorizado. Não de nossa consciência, mas de uma consciência suprema. Estamos interligados por elos invisíveis a tudo que existe, inclusive à matéria.
Como a matéria é uma projeção exterior da consciência é comum pensar que os seres estão separados entre si e assim da natureza e de outros objetos.
Para vencer o véu a que tudo oculta é preciso estar aberto ás impressões de todas as tortas de queijo que aparecerem. ´|E preciso elevar-se da con~dição de mero mortal, religando-se, conhecendo-se! Sendo acima e além de tudo: LUZ!
O conceito é hindu e apesar de amplo, é associado diretamente à palavra ilusão. É o causador da ilusão por via indireta. Mesmo porque ilusórias não são as coisas em si. A ilusão está em não se poder perceber as coisas como são em razão das próprias incapacidades.
Condicionamento, limitação sensorial. Cada ser humano possui realmente e apenas cinco sentidos? Ou seriam 12 segundo Rudolf Steiner ou 21 como muitos dizem e tentam provar? Bom... o ser humano é um ser em constante metamorfose para se auto conhecer, então... a contagem seria crescente.
Não se sabe como as coisas são em si, pois não se pode perceber como são em si. O que se percebe são cores, formas, sons, cheiros, sensações e vibrações provenientes dos objetos e pessoas, captadas pelos sentidos que temos desenvolvidos. O cérebro "formata" essas imagens de acordo com os efeitos neurológicos delas. Por exemplo: quando se come uma torta de queijo deliciosa. Quando ouvir novamente "torta de queijo", logo virão à tona as sensações daquela torta, mesmo que a que está na sua frente seja totalmente diferente. Assim também funcionam as lembranças, os traumas e o carma.
Seres humanos são conscientes das imagens criadas e não dos objetos. Consideram reais as imagens e não os objetos a partir das vribrações emitidas por estes objetos. Assim a matéria e a energia do universo é um poder ezteriorizado. Não de nossa consciência, mas de uma consciência suprema. Estamos interligados por elos invisíveis a tudo que existe, inclusive à matéria.
Como a matéria é uma projeção exterior da consciência é comum pensar que os seres estão separados entre si e assim da natureza e de outros objetos.
Para vencer o véu a que tudo oculta é preciso estar aberto ás impressões de todas as tortas de queijo que aparecerem. ´|E preciso elevar-se da con~dição de mero mortal, religando-se, conhecendo-se! Sendo acima e além de tudo: LUZ!
sexta-feira, 28 de janeiro de 2011
Saber negar...
Certas vezes seja no âmbito profissional ou pessoal alguém se sente frustrado, vitimado ou até mesmo aprisionado. Achando que o mundo deveria mudar pois afinal existem pessoas boas e o mundo é cheio de maldades.
Faz-se aquilo que é solicitado, mas de forma contrariada, deixando-se levar pela raiva, toma-se a atitude de reclamar como se as palavras fossem chegar perfeitamente à pessoa que se quer atingir e esta mudasse e conhecesse o limite, o bom senso. Esse tipo de atitude coloca a pessoa como vítima, como se ninguém a respeitasse, como se a culpa de tudo não fosse dela mesma, que o mundo deveria mudar e se adequar.
Ela até é vista com bons olhares, como alguém bom que é explorado e vítima das maldades do mundo.
È óbvio que o comportamente de outrem não vai mudar por causa disso. E que esse tipo de atitude funciona, mas apenas no início. A tendência é que as pessoas percebam o padrão de comportamente e se afastem deixando a vítima cada vez mais isolada. Assim precisará de mais círculos para realizar o mesmo processo, círculo vicioso, num aprisionamento tendencioso. E essa forma de agir pode ser inconsciente.
Daí vem o medo, o isolamento. A pessoa evita relacionar-se para não desencadear esse tipo de comportamento. Quando se vive sem limites, os resultados são a tristeza, a ansiedade e a depressão. É uma defesa pela insegurança que se carrega sendo que se pode negar de forma branda, sem desconforto. Quem impõe limites se liberta do medo e ansiedade, acumula menos trabalho, se relaciona melhor e é respeitado.
Prepare-se para negar e impor limites até para si mesmo de forma simples e firme. É insanidade depender do comportament do outro para ter paz. Quando menos der limites mais será desvalorizado pois o mundo lhe trata como voce mesmo se trata.
Faz-se aquilo que é solicitado, mas de forma contrariada, deixando-se levar pela raiva, toma-se a atitude de reclamar como se as palavras fossem chegar perfeitamente à pessoa que se quer atingir e esta mudasse e conhecesse o limite, o bom senso. Esse tipo de atitude coloca a pessoa como vítima, como se ninguém a respeitasse, como se a culpa de tudo não fosse dela mesma, que o mundo deveria mudar e se adequar.
Ela até é vista com bons olhares, como alguém bom que é explorado e vítima das maldades do mundo.
È óbvio que o comportamente de outrem não vai mudar por causa disso. E que esse tipo de atitude funciona, mas apenas no início. A tendência é que as pessoas percebam o padrão de comportamente e se afastem deixando a vítima cada vez mais isolada. Assim precisará de mais círculos para realizar o mesmo processo, círculo vicioso, num aprisionamento tendencioso. E essa forma de agir pode ser inconsciente.
Daí vem o medo, o isolamento. A pessoa evita relacionar-se para não desencadear esse tipo de comportamento. Quando se vive sem limites, os resultados são a tristeza, a ansiedade e a depressão. É uma defesa pela insegurança que se carrega sendo que se pode negar de forma branda, sem desconforto. Quem impõe limites se liberta do medo e ansiedade, acumula menos trabalho, se relaciona melhor e é respeitado.
Prepare-se para negar e impor limites até para si mesmo de forma simples e firme. É insanidade depender do comportament do outro para ter paz. Quando menos der limites mais será desvalorizado pois o mundo lhe trata como voce mesmo se trata.
segunda-feira, 24 de janeiro de 2011
Compaixão...
Deixe que seu corpo sinta cada movimento...
Deixe que ele se nutra, se complete, encha e transborde... amor...
A compaixão é a mais elevada forma de amor... e nós, os seres humanos precisamos aprender a manifestá-la. Não é algo tão fácil de compreender e vivenciar, mas uma vez desperta, a compaixão é tão intensa que é necessáro compartilhá-la sem restrições.
O primeiro passo para compartilhar o amor é tê-lo por nós mesmos, reconhecermos nosso próprio valor.
Estou feliz!
Estou feliz por lhe dar o meu amor...
Por poder ter lhe dado meu amor
E por conseguinte ter o seu amor em troca...
Estou mais feliz ainda por ter me permitido...
Por estar aberta, receptiva e ser acolhida...
E ao fim de tudo... quanto mais amor eu dôo
Mais amor eu tenho!
Pois afinal amo-te pois me amo em ti!
Faço parte de ti e te aceito!
Te aceito da forma que és!
Parte de um todo, parte de mim...
Deixe que ele se nutra, se complete, encha e transborde... amor...
A compaixão é a mais elevada forma de amor... e nós, os seres humanos precisamos aprender a manifestá-la. Não é algo tão fácil de compreender e vivenciar, mas uma vez desperta, a compaixão é tão intensa que é necessáro compartilhá-la sem restrições.
O primeiro passo para compartilhar o amor é tê-lo por nós mesmos, reconhecermos nosso próprio valor.
Estou feliz!
Estou feliz por lhe dar o meu amor...
Por poder ter lhe dado meu amor
E por conseguinte ter o seu amor em troca...
Estou mais feliz ainda por ter me permitido...
Por estar aberta, receptiva e ser acolhida...
E ao fim de tudo... quanto mais amor eu dôo
Mais amor eu tenho!
Pois afinal amo-te pois me amo em ti!
Faço parte de ti e te aceito!
Te aceito da forma que és!
Parte de um todo, parte de mim...
quarta-feira, 12 de janeiro de 2011
Sofrimento...
Deparei-me hoje com uma frase...
"O sofrimento é gerado na colisão do desejo com a muralha da realidade."
Neste momento desconheço o autor. Porém concordo, em termos.
O sofrer é devido à nossa ilusão. Quando queremos algo e criamos expectativas. Desejamos as expectativas, desejamos algo fora da realidade e quando isso não ocorre, sofremos e a dor muitas vezes parece insuportável.
Isso ocorre pois ligamos diretamente nossas ilusões ao real. Temos apego, pra não dizer amor pelas nossas ilusões e isto impede nossa percepção dos fatos.
Por diversas vezes que pedimos um conselho, imaginamos como é bom estar fora do que ocorre e poder pensar sobre isso, com liberdade, chegando a melhor solução. Pois então... para libertar-se do sofrimento é preciso desapegar-se dele.
Sonhar é possível, natural e necessário. Os sonhos dão vida à alma! Mas sonhar não quer dizer apegar-se ao sonho como se somente nesse molde as circunstâncias nos fizesse feliz! Não se pode esperar que o mundo se modifique para corresponder ao que desejamos. Somos quem somos e o mundo é o que é!
Libertar-se de uma vida de ilusão é uma conquista das mais valiosas, mas nos assusta visto que a ilusão é bem confortável. Iludir-se é uma tendência mental que nos limita a agir racionalmente, escondendo-nos, por medo de encarar a realidade como ela é!
E quando conseguimos libertar-nos da ilusão, agindo com coragem, com força, agindo com nosso coração; percebemos que a realidade não é tão dura, não é massacrante, não é dolorosa. É menos dolorosa que as decepções que sofremos devidas às nossas ilusões.
A verdade é sábia, é divina e é feita de luz! Quando aprendemos a encontrá-la dentro de nós, passaremos a amá-la, mesmo que a princípio vencer nossas próprias tendências nos cause alguma dor.
"O sofrimento é gerado na colisão do desejo com a muralha da realidade."
Neste momento desconheço o autor. Porém concordo, em termos.
O sofrer é devido à nossa ilusão. Quando queremos algo e criamos expectativas. Desejamos as expectativas, desejamos algo fora da realidade e quando isso não ocorre, sofremos e a dor muitas vezes parece insuportável.
Isso ocorre pois ligamos diretamente nossas ilusões ao real. Temos apego, pra não dizer amor pelas nossas ilusões e isto impede nossa percepção dos fatos.
Por diversas vezes que pedimos um conselho, imaginamos como é bom estar fora do que ocorre e poder pensar sobre isso, com liberdade, chegando a melhor solução. Pois então... para libertar-se do sofrimento é preciso desapegar-se dele.
Sonhar é possível, natural e necessário. Os sonhos dão vida à alma! Mas sonhar não quer dizer apegar-se ao sonho como se somente nesse molde as circunstâncias nos fizesse feliz! Não se pode esperar que o mundo se modifique para corresponder ao que desejamos. Somos quem somos e o mundo é o que é!
Libertar-se de uma vida de ilusão é uma conquista das mais valiosas, mas nos assusta visto que a ilusão é bem confortável. Iludir-se é uma tendência mental que nos limita a agir racionalmente, escondendo-nos, por medo de encarar a realidade como ela é!
E quando conseguimos libertar-nos da ilusão, agindo com coragem, com força, agindo com nosso coração; percebemos que a realidade não é tão dura, não é massacrante, não é dolorosa. É menos dolorosa que as decepções que sofremos devidas às nossas ilusões.
A verdade é sábia, é divina e é feita de luz! Quando aprendemos a encontrá-la dentro de nós, passaremos a amá-la, mesmo que a princípio vencer nossas próprias tendências nos cause alguma dor.
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